Já está disponível o Manual da bolota - 2014.
Como é costume, fazemos sempre umas pequenas alterações relativamente à edição anterior de acordo com o que vamos aprendendo, pesquisando e, não menos importante, com as sugestões que recebemos por e-mail.
Apesar de termos comemorado pela primeira vez o Dia Mundial da Bolota em 2009, só em 2011 é que publicámos a primeira edição do Manual da bolota, que foi revista em 2012 e 2013. Neste ano já temos a 4ª edição. Consultem-no... e sugiram-nos alterações.
Obrigado a todos os que contribuíram para a presente edição!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Na próxima terça-feira vamos apanhar (muitas) bolotas!
O Dia Mundial da Bolota aproxima-se e os carvalhos estão cada vez mais carregados com as suas sementes. Está então na altura de apanhar as bolotas.
Na próxima terça-feira iremos realizar uma saída de campo e temos um objetivo bastante ambicioso. No ano passado recolhemos cerca de 10.000 bolotas. Este ano teremos que ultrapassar este valor.
Mas como é que poderemos saber o número (aproximado) de bolotas que recolhemos? Contar uma a uma não é viável, sobretudo se tivermos uma quantidade significativa... é por isso que iremos levar garrafões de água vazios.
Para além de serem uns bons recipientes (não se rompem como os sacos), permitem obter um valor aproximado do número de sementes recolhidas, pois num garrafão de 5 litros cabem cerca de 500 bolotas de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) - (Ver "Bolotas engarrafadas")
Em alternativa, podemos estimar o número de sementes recolhidas a partir do peso total - (Ver "Qual a quantidade de bolotas que devo recolher?")
Na próxima terça-feira iremos realizar uma saída de campo e temos um objetivo bastante ambicioso. No ano passado recolhemos cerca de 10.000 bolotas. Este ano teremos que ultrapassar este valor.
Mas como é que poderemos saber o número (aproximado) de bolotas que recolhemos? Contar uma a uma não é viável, sobretudo se tivermos uma quantidade significativa... é por isso que iremos levar garrafões de água vazios.
Recolha de bolotas em 2103
Para além de serem uns bons recipientes (não se rompem como os sacos), permitem obter um valor aproximado do número de sementes recolhidas, pois num garrafão de 5 litros cabem cerca de 500 bolotas de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) - (Ver "Bolotas engarrafadas")
Em alternativa, podemos estimar o número de sementes recolhidas a partir do peso total - (Ver "Qual a quantidade de bolotas que devo recolher?")
Recolha de bolotas em 2103
Mas nesta saída de campo também teremos outras tarefas para realizar. Em plena Natureza podemos ter uma aula bem mais "realista" pois facilmente observamos elementos da fauna, flora e da geomorfologia (preparem-se para identificarem alguns seres vivos e tipos de rochas - não se esqueçam da máquina digital e de um bloco de notas). A interpretação de relações e dinâmicas dos ecossistemas também será uma das atividades a desenvolver.
E claro, não esquecer de levar roupa e calçado adequado às condições atmosféricas e à prática de uma caminhada e um pequeno lanche (água incluída).
Para saberem o tempo que estará: Tempo na Covilhã
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Vem aí o 6º Dia Mundial da Bolota
No próximo dia 10 de novembro vamos comemorar, pelo sexto ano consecutivo, o Dia Mundial da Bolota... mas não queremos assinalar esta data sozinhos! A participação neste evento está aberta a todos.
Para participar basta recolher previamente bolotas de carvalhos autóctones para que no dia 10 de novembro se realizem as seguintes actividades:
- semear bolotas no campo a partir das quais se desenvolverão os carvalhos;
- semear bolotas em vasos para no ano seguinte obter pequenos carvalhos para plantar;
- distribuir pacotinhos de papel com bolotas a elementos de uma organização (escolas, escuteiros, etc.) para que possam semear as bolotas em vasos de modo a obter pequenos carvalhos para plantar no ano seguinte;
- dinamizar outro tipo de atividades, tais como caminhadas para semear bolotas, workshops sobre sementeira, elaboração de cartazes alusivos a esta data, etc.
A comemoração do Dia Mundial da Bolota não carece de nenhuma inscrição prévia.
No entanto, o estabelecimento de um contacto (por e-mail) permite-nos obter algum feedback sobre a dimensão desta iniciativa e possibilita-nos o envio de alguns materiais (também por e-mail) que poderão ser úteis, tais como o manual da bolota 2014 (pdf) e um ficheiro editável para a elaboração de pacotinhos para as bolotas, entre outros.
O contacto por e-mail também permite aos aderentes fazerem sugestões de atividades que possam enriquecer esta data.
Para aderirem a esta iniciativa, contactem-nos pelo seguinte e-mail: bologta@gmail.com
Solicitamos a indicação dos seguintes dados no e-mail:
- Nome da escola/instituição aderente/participante individual;
- Localidade;
- Nome do responsável/ dinamizador e cargo na instituição (ex: professor de Ciências Naturais);
- Público-alvo (ex. para instituições: alunos 8º ano; toda a escola); (ex. para participantes individuais: com a família; com amigos).
Contamos com a vossa participação de modo a que localmente possamos contribuir para a conservação e recuperação dos bosques e florestas autóctones.
E se possível, divulguem esta data para semearmos o Dia Mundial da Bolota um pouco por todo o lado.
Para participar basta recolher previamente bolotas de carvalhos autóctones para que no dia 10 de novembro se realizem as seguintes actividades:
- semear bolotas no campo a partir das quais se desenvolverão os carvalhos;
- semear bolotas em vasos para no ano seguinte obter pequenos carvalhos para plantar;
- distribuir pacotinhos de papel com bolotas a elementos de uma organização (escolas, escuteiros, etc.) para que possam semear as bolotas em vasos de modo a obter pequenos carvalhos para plantar no ano seguinte;
- dinamizar outro tipo de atividades, tais como caminhadas para semear bolotas, workshops sobre sementeira, elaboração de cartazes alusivos a esta data, etc.
A comemoração do Dia Mundial da Bolota não carece de nenhuma inscrição prévia.
No entanto, o estabelecimento de um contacto (por e-mail) permite-nos obter algum feedback sobre a dimensão desta iniciativa e possibilita-nos o envio de alguns materiais (também por e-mail) que poderão ser úteis, tais como o manual da bolota 2014 (pdf) e um ficheiro editável para a elaboração de pacotinhos para as bolotas, entre outros.
O contacto por e-mail também permite aos aderentes fazerem sugestões de atividades que possam enriquecer esta data.
Para aderirem a esta iniciativa, contactem-nos pelo seguinte e-mail: bologta@gmail.com
Solicitamos a indicação dos seguintes dados no e-mail:
- Nome da escola/instituição aderente/participante individual;
- Localidade;
- Nome do responsável/ dinamizador e cargo na instituição (ex: professor de Ciências Naturais);
- Público-alvo (ex. para instituições: alunos 8º ano; toda a escola); (ex. para participantes individuais: com a família; com amigos).
Contamos com a vossa participação de modo a que localmente possamos contribuir para a conservação e recuperação dos bosques e florestas autóctones.
E se possível, divulguem esta data para semearmos o Dia Mundial da Bolota um pouco por todo o lado.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Bolotas na cozinha
Sabem qual era uma das principais bases alimentares em "Portugal" antes da introdução dos cereais, da batata e, provavelmente, da castanha??? Bolotas!!!
Estas sementes são bastante nutritivas e fáceis de recolher, para além de se conservarem secas (mas apenas para comer e não para semear).
Tal como as castanhas, as bolotas são importantes fontes de hidratos de carbono, sendo que as de azinheira suplantam todas as outras em termos de doçura. Não é por acaso que nos montados de azinho que se procede à engorda do porco-preto.
Devido à associação porco-bolota, esquecemo-nos que a bolota foi utilizada na alimentação humana durante milénios. Para desmistificar um pouco esta ideia, convém referir outros alimentos que os porcos ingerem... batatas, milho e outros cereais, fruta, cogumelos silvestres e até ovos de aves e pequenos coelhos.
Não estão a pensar eliminar todos estes alimentos da vossa alimentação agora que sabem que o porco também os utiliza, pois não? (Já agora, após o porco comer tudo isto... nós comemos o porco).
Existe, finalmente, um livro culinário dedicado à gastronomia da bolota: "O renascer da bolota" do chefe de cozinha Pedro Mendes.
Apesar de ainda não termos confecionado nenhuma das suas receitas, prometemos fazê-lo em breve e publicaremos a nossa experiência gastronómica neste blog!
Se procurarem na internet, encontrarão inúmeras receitas para a produção de pão de bolota e de outras formas de as cozinhar. Deixamo-vos aqui alguns links.
Estas sementes são bastante nutritivas e fáceis de recolher, para além de se conservarem secas (mas apenas para comer e não para semear).
Tal como as castanhas, as bolotas são importantes fontes de hidratos de carbono, sendo que as de azinheira suplantam todas as outras em termos de doçura. Não é por acaso que nos montados de azinho que se procede à engorda do porco-preto.
Prato confecionado com bolotas
Devido à associação porco-bolota, esquecemo-nos que a bolota foi utilizada na alimentação humana durante milénios. Para desmistificar um pouco esta ideia, convém referir outros alimentos que os porcos ingerem... batatas, milho e outros cereais, fruta, cogumelos silvestres e até ovos de aves e pequenos coelhos.
Não estão a pensar eliminar todos estes alimentos da vossa alimentação agora que sabem que o porco também os utiliza, pois não? (Já agora, após o porco comer tudo isto... nós comemos o porco).
Existe, finalmente, um livro culinário dedicado à gastronomia da bolota: "O renascer da bolota" do chefe de cozinha Pedro Mendes.
O renascer da Bolota do chefe de cozinha Pedro Mendes
Apesar de ainda não termos confecionado nenhuma das suas receitas, prometemos fazê-lo em breve e publicaremos a nossa experiência gastronómica neste blog!
Pão de bolota
Se procurarem na internet, encontrarão inúmeras receitas para a produção de pão de bolota e de outras formas de as cozinhar. Deixamo-vos aqui alguns links.
Bom apetite!
Podem ainda consultar o seguinte post deste blog: Bolotas na cozinha... e na biblioteca (16 nov 2015)
Podem ainda consultar o seguinte post deste blog: Bolotas na cozinha... e na biblioteca (16 nov 2015)
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
O Dia Mundial da Bolota na revista Zimbro
A Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela tem-se dedicado à preservação de valores ambientais, naturais, patrimoniais e sociais na Serra da Estrela.
Foi através da nossa participação numa das suas múltiplas atividades - 1 milhão de carvalhos para a Serra da Estrela, em 2007 - que começámos a germinar a ideia de termos um dia dedicado à germinação de bolotas... o Dia Mundial da Bolota.
A revista Zimbro é uma publicação digital e gratuita desta associação.
Tivemos a honra de participar na edição de Dezembro de 2013 com um modesto artigo sobre o Dia Mundial da Bolota.
Aproveitamos a aproximação do 6º Dia Mundial da Bolota para relembrar este artigo.
À ASE, o nosso muito obrigado.
Foi através da nossa participação numa das suas múltiplas atividades - 1 milhão de carvalhos para a Serra da Estrela, em 2007 - que começámos a germinar a ideia de termos um dia dedicado à germinação de bolotas... o Dia Mundial da Bolota.
A revista Zimbro é uma publicação digital e gratuita desta associação.
Tivemos a honra de participar na edição de Dezembro de 2013 com um modesto artigo sobre o Dia Mundial da Bolota.
Aproveitamos a aproximação do 6º Dia Mundial da Bolota para relembrar este artigo.
À ASE, o nosso muito obrigado.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Semear bolotas ou plantar carvalhitos? Qual a melhor opção?
Já por aí andam as primeiras bolotas! Mais alguns dias ou semanas, dependendo da espécie e do local, e podemos começar a nossa safra.
Uma questão é-nos colocada frequentemente... será melhor semear as bolotas no campo ou em vasos?
A resposta depende do nosso objetivo. Vejamos...
A sementeira em vasos permite-nos seguir o processo de germinação das bolotas e o desenvolvimento dos carvalhitos. Há vantagens pedagógicas - acompanhar estes processos é motivador e possibilita a realização de algumas atividades experimentais - mas também há vantagens do ponto de vista da produção florestal. Se assim não fosse, não existiriam pequenas árvores em viveiros. O desenvolvimento inicial em vasos confere alguma proteção às jovens plantas contra condições meteorológicas e climáticas desfavoráveis, para além de evitar a ação de predadores. Dá-nos também a certeza e a satisfação, na altura de plantar, que já temos árvores num determinado local.
Semear as bolotas diretamente no campo deixa-nos sempre um pouco mais apreensivos... será que germinarão? Serão comidas? Será um ano com humidade suficiente? Além disso, deixá-las à sua sorte nem sempre nos permite a monitorização do crescimento dos carvalhitos. No entanto, também não teremos o trabalho de semear, cuidar e transplantar, como acontece quando recorremos ao viveiro. E é muito mais fácil semear várias centenas de bolotas do que plantar algumas dezenas de carvalhos. A Natureza encarregar-se-à de traçar o destino dos carvalhitos, o que poderá dar melhores ou piores resultados.
Mas haverão diferenças no crescimento e desenvolvimento de caravalhitos semeados ou plantados?
A resposta a esta questão depende de fatores tais como as condições do local da sementeira/plantação, da presença ou ausência de predadores e, como em tudo, de muitos outros aspetos que nem sempre podemos controlar (aquilo a que vulgarmente chamamos "sorte"). Mas, de um modo geral, as árvores que se desenvolvem a partir de sementes colocadas diretamente no solo tende a crescer melhor e mais depressa.
Uma possível explicação para este facto poderá resultar do desenvolvimento das raízes. A sementeira direta permite um crescimento da raíz sem constrangimentos. Nos carvalhos - árvores de raíz muito profunda - ainda antes de se observar qualquer parte aérea já a raíz poderá ter vários centímetros (ou mesmo decímetros) de comprimento. Enquanto houver reservas nutritivas na semente, a raíz poderá atingir zonas mais profundas em busca de água e nutrientes inorgânicos, assegurando um crescimento mais rápido do pequeno carvalho. Também em épocas desfavoráveis, como a maior parte da biomassa da árvore se encontra profundamente no solo, as condições adversas superficiais não influenciarão tanto a raíz que se encontra num meio mais estável. Acresce ainda que o transplante de árvores, por mais cuidadoso que seja efetuado, provoca sempre danos nas raízes, o que retarda o crescimento da planta. Por último, o estabelecimento de associações simbióticas com outros seres vivos - nomeadamente a formação de micorrizas (associações entre as raízes e micélios de fungos existentes no solo - serão mais facilmente estabelecidas com árvores que resultaram da germinação direta de sementes na Natureza.
Como comparação, as três imagens que aqui apresentamos são reveladoras do desenvolvimento dos carvalhos. Observa-se, claramente, um melhor desenvolvimento no que resultou de sementeira direta. O carvalho que permaneceu em vaso é o que se apresenta mais débil (as imagens são representativas das dezenas de carvalhos que temos nestes três condições).
Uma questão é-nos colocada frequentemente... será melhor semear as bolotas no campo ou em vasos?
A resposta depende do nosso objetivo. Vejamos...
A sementeira em vasos permite-nos seguir o processo de germinação das bolotas e o desenvolvimento dos carvalhitos. Há vantagens pedagógicas - acompanhar estes processos é motivador e possibilita a realização de algumas atividades experimentais - mas também há vantagens do ponto de vista da produção florestal. Se assim não fosse, não existiriam pequenas árvores em viveiros. O desenvolvimento inicial em vasos confere alguma proteção às jovens plantas contra condições meteorológicas e climáticas desfavoráveis, para além de evitar a ação de predadores. Dá-nos também a certeza e a satisfação, na altura de plantar, que já temos árvores num determinado local.
Este carvalhito tem três anos.
Foi plantado com cerca de um ano de idade.
Semear as bolotas diretamente no campo deixa-nos sempre um pouco mais apreensivos... será que germinarão? Serão comidas? Será um ano com humidade suficiente? Além disso, deixá-las à sua sorte nem sempre nos permite a monitorização do crescimento dos carvalhitos. No entanto, também não teremos o trabalho de semear, cuidar e transplantar, como acontece quando recorremos ao viveiro. E é muito mais fácil semear várias centenas de bolotas do que plantar algumas dezenas de carvalhos. A Natureza encarregar-se-à de traçar o destino dos carvalhitos, o que poderá dar melhores ou piores resultados.
Este carvalhito tem apenas dois anos.
Resultou da germinação de uma bolota semeada diretamente na terra.
Mas haverão diferenças no crescimento e desenvolvimento de caravalhitos semeados ou plantados?
A resposta a esta questão depende de fatores tais como as condições do local da sementeira/plantação, da presença ou ausência de predadores e, como em tudo, de muitos outros aspetos que nem sempre podemos controlar (aquilo a que vulgarmente chamamos "sorte"). Mas, de um modo geral, as árvores que se desenvolvem a partir de sementes colocadas diretamente no solo tende a crescer melhor e mais depressa.
Uma possível explicação para este facto poderá resultar do desenvolvimento das raízes. A sementeira direta permite um crescimento da raíz sem constrangimentos. Nos carvalhos - árvores de raíz muito profunda - ainda antes de se observar qualquer parte aérea já a raíz poderá ter vários centímetros (ou mesmo decímetros) de comprimento. Enquanto houver reservas nutritivas na semente, a raíz poderá atingir zonas mais profundas em busca de água e nutrientes inorgânicos, assegurando um crescimento mais rápido do pequeno carvalho. Também em épocas desfavoráveis, como a maior parte da biomassa da árvore se encontra profundamente no solo, as condições adversas superficiais não influenciarão tanto a raíz que se encontra num meio mais estável. Acresce ainda que o transplante de árvores, por mais cuidadoso que seja efetuado, provoca sempre danos nas raízes, o que retarda o crescimento da planta. Por último, o estabelecimento de associações simbióticas com outros seres vivos - nomeadamente a formação de micorrizas (associações entre as raízes e micélios de fungos existentes no solo - serão mais facilmente estabelecidas com árvores que resultaram da germinação direta de sementes na Natureza.
Este carvalhito tem cerca de três anos.
Como permaneceu em vaso, o seu desenvolvimento nem sempre foi o mais saudável.
Como comparação, as três imagens que aqui apresentamos são reveladoras do desenvolvimento dos carvalhos. Observa-se, claramente, um melhor desenvolvimento no que resultou de sementeira direta. O carvalho que permaneceu em vaso é o que se apresenta mais débil (as imagens são representativas das dezenas de carvalhos que temos nestes três condições).
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Onde encontrar um carvalho-de-monchique?
Ao longo dos últimos meses fomos contactados por várias pessoas no sentido de disponibilizarmos bolotas de Carvalho-de-monchique (Quercus canariensis).
Apesar de termos alguns exemplares desta espécies no nosso bolotário (Carvalho-de-monchique no nosso bolotário), o seu estado "infantil" ainda não lhes permite a frutificação.
Notamos, com agrado, que começa a haver um certo interesse na utilização desta árvore como ornamental. Desconhecemos ainda se é viável a sua plantação em zonas mais setentrionais do nosso país, mas devido à sua raridade (Habitat e distribuição) e ao facto de ser um carvalho autóctone de Portugal (Carvalho-de-monchique (carvalho-das-canárias)), parece-nos uma escolha de muito maior valor que outras espécies exóticas e, frequentemente, muito mais bonita. Para além do seu porte acentuado, a sua folha, (Caraterísticas da folha) aparentemente mais semelhante à de um castanheiro do que a um carvalho, e a sua raridade fazem desta espécie uma árvore a eleger para qualquer jardim. Talvez por desconhecimento (ou por não se dar bem com o frio?) esta planta não se encontre no leque de escolhas dos viveiristas.
Então, onde se podem encontrar estas magníficas árvores? A resposta não podia ser mais óbvia... na Serra de Monchique (e não nas ilhas Canárias, como é sugerido pelo seu nome científico - mas isso deveu-se, provavelmente, a um erro de etiquetagem na sua descrição botânica inicial).
Um pouco por toda esta serra podem ser encontrados espécimes destes carvalhos, mas um dos objetivos deste post é facilitar a busca destas plantas...
... portanto, aqui ficam umas indicações mais específicas:
Saíndo da vila de Monchique (Algarve) pela estrada nacional 237, em direção à localidade de Alferce, percorra cerca de 1400 metros desta estrada. Após uma curva para a esquerda relativamente larga, surge um Carvalho-de-monchique de grande porte do lado direito. Esta árvore encontra-se classificada e, se a incúria ou o dolo não tiver atuado, está assinalada com uma pequena placa na sua base.
Apesar deste ser, provavelmente, o maior exemplar desta espécie, muitos outros ainda existem nesta serra... mas são certamente poucos e merecem toda a nossa atenção e conservação. Se recolher bolotas desta espécie, tenha o cuidado para não interferir com o ecossistema e não pisar os pequenos carvalhitos que por lá vão crescendo.
Se a sua viagem ao Algarve for numa época em que não há bolotas, pode recolher alguns carvalhitos, mas tenha atenção ao seguinte... repare que as bermas das estradas são, frequentemente, limpas para manutenção destas vias. Nesses locais não há possibilidade de crescimento de uma árvore até ao seu estado adulto. Recolha, portanto, os pequenos exemplares apenas em locais onde os carvalhitos não terão qualquer possibilidade de desenvolvimento e nunca num local onde poderá atingir a maturidade. Deste modo, o ato de recolha não tem qualquer impacto no ecossistema.
Links de interesse:
Árvores classificadas (ICNF)
Árvores centenárias (C. M. Monchique)
Carvalho-de-monchique (blog árvores do sul)
Carvalho-de-monchique (blog dias com árvores)
Apesar de termos alguns exemplares desta espécies no nosso bolotário (Carvalho-de-monchique no nosso bolotário), o seu estado "infantil" ainda não lhes permite a frutificação.
Notamos, com agrado, que começa a haver um certo interesse na utilização desta árvore como ornamental. Desconhecemos ainda se é viável a sua plantação em zonas mais setentrionais do nosso país, mas devido à sua raridade (Habitat e distribuição) e ao facto de ser um carvalho autóctone de Portugal (Carvalho-de-monchique (carvalho-das-canárias)), parece-nos uma escolha de muito maior valor que outras espécies exóticas e, frequentemente, muito mais bonita. Para além do seu porte acentuado, a sua folha, (Caraterísticas da folha) aparentemente mais semelhante à de um castanheiro do que a um carvalho, e a sua raridade fazem desta espécie uma árvore a eleger para qualquer jardim. Talvez por desconhecimento (ou por não se dar bem com o frio?) esta planta não se encontre no leque de escolhas dos viveiristas.
Então, onde se podem encontrar estas magníficas árvores? A resposta não podia ser mais óbvia... na Serra de Monchique (e não nas ilhas Canárias, como é sugerido pelo seu nome científico - mas isso deveu-se, provavelmente, a um erro de etiquetagem na sua descrição botânica inicial).
Um pouco por toda esta serra podem ser encontrados espécimes destes carvalhos, mas um dos objetivos deste post é facilitar a busca destas plantas...
Exemplar de Carvalho-de-monchique (árvore mais à direita na imagem) misturada com sobreiros
... portanto, aqui ficam umas indicações mais específicas:
Saíndo da vila de Monchique (Algarve) pela estrada nacional 237, em direção à localidade de Alferce, percorra cerca de 1400 metros desta estrada. Após uma curva para a esquerda relativamente larga, surge um Carvalho-de-monchique de grande porte do lado direito. Esta árvore encontra-se classificada e, se a incúria ou o dolo não tiver atuado, está assinalada com uma pequena placa na sua base.
Localização do exemplar de Carvalho-de-monchique classificado
Vista de rua do google maps do exemplar de Carvalho-de-monchique classificado
(no sentido Monchique-Alferce)
Se a sua viagem ao Algarve for numa época em que não há bolotas, pode recolher alguns carvalhitos, mas tenha atenção ao seguinte... repare que as bermas das estradas são, frequentemente, limpas para manutenção destas vias. Nesses locais não há possibilidade de crescimento de uma árvore até ao seu estado adulto. Recolha, portanto, os pequenos exemplares apenas em locais onde os carvalhitos não terão qualquer possibilidade de desenvolvimento e nunca num local onde poderá atingir a maturidade. Deste modo, o ato de recolha não tem qualquer impacto no ecossistema.
Links de interesse:
Árvores classificadas (ICNF)
Árvores centenárias (C. M. Monchique)
Carvalho-de-monchique (blog árvores do sul)
Carvalho-de-monchique (blog dias com árvores)
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Os nossos "Amigos da Natureza" do Barreiro
Já há muito tempo que estamos em dívida com "Os Amigos da Natureza" do Agrupamento de Escolas Álvaro Velho (Lavradio, Barreiro).
Este post não se deve apenas ao facto de serem das escolas mais fiéis e entusiastas na comemoração do Dia Mundial da Bolota e sua divulgação - o que por si só merece que saiamos da inércia crónica que nos atacou nestes últimos tempos e possamos escrever umas merecidas linhas de texto - mas para divulgar um excelente exemplo de uma escola em que continuamente, ano após ano, têm sido desenvolvidos inúmeros projetos de educação ambiental.
Deixamos aqui um link para o blog do clube "Os Amigos da Natureza". Nele poderão ter uma noção de tudo aquilo que fazem... ou melhor, do muito e bom que fazem... e, quem sabe, tirar algumas ideias para que mais "Amigos da Natureza" surjam um pouco por todo o lado. Parabéns aos "Amigos da Natureza" e à professora Helena Pires, que tem permitido a continuidade deste projeto ao longo do tempo.
Agora que já todos estamos entusiasmados com tantas e tão boas atividades, sugerimos que vejam o seguinte vídeo...
... e que façam um merecido like... e que o partilhem com todos os vossos amigos... da Natureza!

Este post não se deve apenas ao facto de serem das escolas mais fiéis e entusiastas na comemoração do Dia Mundial da Bolota e sua divulgação - o que por si só merece que saiamos da inércia crónica que nos atacou nestes últimos tempos e possamos escrever umas merecidas linhas de texto - mas para divulgar um excelente exemplo de uma escola em que continuamente, ano após ano, têm sido desenvolvidos inúmeros projetos de educação ambiental.

Deixamos aqui um link para o blog do clube "Os Amigos da Natureza". Nele poderão ter uma noção de tudo aquilo que fazem... ou melhor, do muito e bom que fazem... e, quem sabe, tirar algumas ideias para que mais "Amigos da Natureza" surjam um pouco por todo o lado. Parabéns aos "Amigos da Natureza" e à professora Helena Pires, que tem permitido a continuidade deste projeto ao longo do tempo.

Agora que já todos estamos entusiasmados com tantas e tão boas atividades, sugerimos que vejam o seguinte vídeo...
... e que façam um merecido like... e que o partilhem com todos os vossos amigos... da Natureza!
terça-feira, 22 de abril de 2014
Bolotas preguiçosas... só para escrever.
Temos andado um pouco preguiçosos... mas apenas para escrever no blog! De resto, as nossas atividades continuam.
O nosso bolotário está cheio de bolotas à espera de germinar. É curioso notar que em anos de maior pluviosidade e temperaturas mais amenas elas parecem atrasar a germinação da sua parte aérea. Este ano ainda poucas deram sinais... mas é tudo uma questão de tempo.
Aproveitámos o inverno para reenvasar alguns carvalhos. O maior volume de solo proporcionará um maior crescimento (assim esperamos) de modo a ter sempre alguns exemplares de espécies autóctones para poder expor e divulgar os principais constituintes da nossa floresta... um carvalhal móvel.
O nosso bolotário está cheio de bolotas à espera de germinar. É curioso notar que em anos de maior pluviosidade e temperaturas mais amenas elas parecem atrasar a germinação da sua parte aérea. Este ano ainda poucas deram sinais... mas é tudo uma questão de tempo.
Aproveitámos o inverno para reenvasar alguns carvalhos. O maior volume de solo proporcionará um maior crescimento (assim esperamos) de modo a ter sempre alguns exemplares de espécies autóctones para poder expor e divulgar os principais constituintes da nossa floresta... um carvalhal móvel.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Florestar Portugal 2013 - plantação e sementeira de flora autóctone
No dia 23 de novembro - próximo sábado - decorrerá por todo o país mais uma edição de "Florestar Portugal".
Para aderirem a esta iniciativa basta que se inscrevam como voluntários e, no dia 23de Novembro, ponham mãos à obra para que o nosso ambiente fique um pouco melhor.
Ficam aqui algumas ligações para esta importantíssima iniciativa:
http://www.amoportugal.org
http://www.amoportugal.org/pt/florestarportugal2013
Para quem reside na Covilhã, o registo como voluntário pode ser feito em:
http://www.amoportugal.org/pt/local/concelho/0503
Bologta vai contribuir com cerca de 130 carvalhos do nosso bolotário e mais de 4.000 bolotas que ainda temos guardadas de modo a continuar a reflorestação das zonas ardidas na Serra da Estrela.
Participem!!!
Para aderirem a esta iniciativa basta que se inscrevam como voluntários e, no dia 23de Novembro, ponham mãos à obra para que o nosso ambiente fique um pouco melhor.
Ficam aqui algumas ligações para esta importantíssima iniciativa:
http://www.amoportugal.org
http://www.amoportugal.org/pt/florestarportugal2013
Para quem reside na Covilhã, o registo como voluntário pode ser feito em:
http://www.amoportugal.org/pt/local/concelho/0503
Bologta vai contribuir com cerca de 130 carvalhos do nosso bolotário e mais de 4.000 bolotas que ainda temos guardadas de modo a continuar a reflorestação das zonas ardidas na Serra da Estrela.
Participem!!!
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Caminhada do Dia Mundial da Bolota na Covilhã - imagens para recordar
Ao sair de casa de manhãzinha, não fazia ideia quantas pessoas apareceriam para a caminhada. Apesar do amanhecer frio, o céu prometia um dia de São Martinho. No entanto, era domingo, manhã cedo, e não havia uma lista de inscrição... a dúvida persistia.
Ao chegar, pelas oito e meia, já o aglomerado de gente era superior ao esperado... e continuaram a aparecer mais! Distribuídas as bolotas e iniciada a caminhada, a extensão dos participantes ao longo do caminho permitiu ter uma melhor percepção do seu número. As contas, por estimativa, eram muito aproximadas, independentemente do contador.
Cerca de 150 pessoas trocaram o quentinho da cama por uma manhã a semear bolotas. Superou, sem qualquer dúvida, qualquer expectativa, por melhor que fosse.
Muitos alunos trouxeram alguém da família... um irmão... o pai e a mãe... alguns mesmo a família toda! Chegaram mesmo grupos organizados, já com as suas próprias bolotas para semear!
Ao longo do percurso, e principalmente nas zonas ardidas, rapidamente as cerca de 10.000 bolotas foram, cova após cova, ganhando o seu novo e definitivo lar. Quantas germinarão? A maioria, certamente, pois os animais gulosos não andam por estas zonas cinzentas.
A todos que organizaram, divulgaram e participaram... muito obrigado! Para o próximo ano haverá mais... quem sabe, também com feijões (feijoada) ou com castanhas (magusto).
Ficam aqui umas fotografias para recordar...
Os resultados da prova de orientação serão publicados, neste post, brevemente.
Se tiverem fotografias da caminhada, e quiserem partilhar, enviem-nas para bologta@gmail.com
Ao chegar, pelas oito e meia, já o aglomerado de gente era superior ao esperado... e continuaram a aparecer mais! Distribuídas as bolotas e iniciada a caminhada, a extensão dos participantes ao longo do caminho permitiu ter uma melhor percepção do seu número. As contas, por estimativa, eram muito aproximadas, independentemente do contador.
Cerca de 150 pessoas trocaram o quentinho da cama por uma manhã a semear bolotas. Superou, sem qualquer dúvida, qualquer expectativa, por melhor que fosse.
Muitos alunos trouxeram alguém da família... um irmão... o pai e a mãe... alguns mesmo a família toda! Chegaram mesmo grupos organizados, já com as suas próprias bolotas para semear!
Ao longo do percurso, e principalmente nas zonas ardidas, rapidamente as cerca de 10.000 bolotas foram, cova após cova, ganhando o seu novo e definitivo lar. Quantas germinarão? A maioria, certamente, pois os animais gulosos não andam por estas zonas cinzentas.
A todos que organizaram, divulgaram e participaram... muito obrigado! Para o próximo ano haverá mais... quem sabe, também com feijões (feijoada) ou com castanhas (magusto).
Ficam aqui umas fotografias para recordar...
Os resultados da prova de orientação serão publicados, neste post, brevemente.
Se tiverem fotografias da caminhada, e quiserem partilhar, enviem-nas para bologta@gmail.com
domingo, 10 de novembro de 2013
Hoje é o Dia Mundial da Bolota
Celebra-se hoje o 5º Dia Mundial da Bolota.
Esta iniciativa foi criada na Escola Secundária Quinta das Palmeiras (Covilhã) em 2009. Ao longo destes anos já foram distribuídas e semeadas vários milhares de bolotas de carvalhos portugueses como forma de comemoração desta data.
Esta iniciativa foi criada na Escola Secundária Quinta das Palmeiras (Covilhã) em 2009. Ao longo destes anos já foram distribuídas e semeadas vários milhares de bolotas de carvalhos portugueses como forma de comemoração desta data.
Apesar de ainda não estar intenacionalizada, esta iniciativa já se propagou um pouco por todo o país.
Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Setúbal são alguns dos distritos em que escolas e outras instituições (escuteiros, autarquias, etc.), assim como muitas pessoas, individualmente ou em família, estão a semear bolotas e a contribuir para a recuperação da floresta autóctone.
A todos que participam e que tornam esta iniciativa possivel... o nosso muito obrigado!
sábado, 26 de outubro de 2013
Caminhada do Dia Mundial da Bolota na Covilhã
Após 4 anos a distribuir bolotas a alunos, funcionários e professores da nossa escola, o Dia Mundial da Bolota será comemorado de um modo diferente na cidade da Covilhã.
O grande incêndio deste verão na encosta Este da Serra da Estrela destruiu grande parte da floresta aí existente.
A Escola Secundária Quinta das Palmeiras e a Câmara Municipal da Covilhã associaram-se no sentido de organizar e promover uma atividade de sementeira de bolotas, contribuindo, deste modo, para a recuperação da floresta autóctone em redor da cidade, em que todos poderão participar.
No dia 10 de Novembro, haverá uma caminhada aberta a toda a população (gratuita e sem obrigatoriedade de inscrição prévia*), e uma atividade de orientação para alunos desta escola**.
*Apesar de não haver obrigatoriedade de inscrição, agradecemos que nos comuniquem antecipadamente a vossa participação de modo a podermos prever o número total de participantes. Esta comunicação poderá ser feita por e-mail, para bologta@mail.com, ou telefonicamente para o número 275320580 (E. S. Quinta das Palmeiras)
**Aos alunos da escola será distribuido um "flyer" com informações da atividade. No verso encontra-se a autorização que deverá ser assinada pelo encarregado de educação e entregue ao professor de Ciências Naturasi/Biologia ou ao professor de Educação Física.
Aspetos organizativos da caminhada e atividade de orientação:
Para saber mais... estejam atentos às novidades neste blog e em www.quintadaspalmeiras.pt
O grande incêndio deste verão na encosta Este da Serra da Estrela destruiu grande parte da floresta aí existente.
A Escola Secundária Quinta das Palmeiras e a Câmara Municipal da Covilhã associaram-se no sentido de organizar e promover uma atividade de sementeira de bolotas, contribuindo, deste modo, para a recuperação da floresta autóctone em redor da cidade, em que todos poderão participar.
No dia 10 de Novembro, haverá uma caminhada aberta a toda a população (gratuita e sem obrigatoriedade de inscrição prévia*), e uma atividade de orientação para alunos desta escola**.
*Apesar de não haver obrigatoriedade de inscrição, agradecemos que nos comuniquem antecipadamente a vossa participação de modo a podermos prever o número total de participantes. Esta comunicação poderá ser feita por e-mail, para bologta@mail.com, ou telefonicamente para o número 275320580 (E. S. Quinta das Palmeiras)
**Aos alunos da escola será distribuido um "flyer" com informações da atividade. No verso encontra-se a autorização que deverá ser assinada pelo encarregado de educação e entregue ao professor de Ciências Naturasi/Biologia ou ao professor de Educação Física.
Percurso da caminhada
Aspetos organizativos da caminhada e atividade de orientação:
- Concentração dos participantes: 8h30min., junto ao estádio de futebol Santos Pinto.
- Início das atividades: 9h00min.
- Final das atividades (previsão): 12h30min.
- Tipo de percurso: circular, realizado em estradas e caminhos florestais.
- Distância e grau de dificuldade: cerca de 7km;dificuldade fácil/média.
- Material recomendado: roupa e calçado adequado ao percurso e às condições meteorológicas; pequena pá de jardim ou instrumento equivalente para realizar a sementeira; lanche (se necessário).
Para saber mais... estejam atentos às novidades neste blog e em www.quintadaspalmeiras.pt
Flyer a distribuir aos alunos
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