sexta-feira, 18 de julho de 2025

Petição "Pela Lei de Proteção dos Carvalhos Autóctones"

"Sabia que, outrora, grande parte do território continental português era coberta por majestosas florestas de carvalhos? Hoje, estas formações — outrora abundantes e diversas — são cada vez mais raras, ocupando apenas cerca de 3% da área florestal nacional." (clique aqui para aceder ao texto original)




"A presente petição propõe:

- O reconhecimento legal da importância ecológica e biogeográfica dos carvalhos autóctones, com destaque para o carvalho-cerquinho (Quercus faginea), o carvalho-negral (Quercus pyrenaica), o carvalho-galego (Quercus orocantabrica) e o carvalho-de-monchique (Quercus canariensis);
- A criação de critérios técnicos claros para a sua proteção, conservação e restauro;
- A implementação de mecanismos de compensação, incentivo e apoio à conservação em propriedades privadas e públicas;
- A valorização do arvoredo isolado e das florestas climácicas com importância ecológica, genética e patrimonial." (clique aqui para aceder ao texto original)



"Biólogos lançam petição por uma lei que proteja os carvalhos de Portugal. Biólogos lançam petição por uma lei que proteja os carvalhos de Portugal

Petição tem como subscritores sete investigadores, incluindo a bastonária da Ordem dos Biólogos. Documento exige que a Assembleia da República legisle no sentido de proteger os carvalhais." (clique aqui para aceder à notícia no jornal "Público"


Link para a petição

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Continuamos a construir a nossa "floresta urbana"

A nossa escola - Quinta das Palmeiras - foi, outrora, uma zona agrícola, função esta ainda preservada na sua toponímia.

Mas antes de ser um espaço agrícola, o que era? Independentemente do tipo de ocupação do solo que foi realizada, algo podemos ter a certeza... é que algures nos últimos séculos foi uma floresta.

A Covilhã situa-se na vertente Este da serra da Estrela, numa zona de solos graníticos, num nível de considerado "basal", ou seja, abaixo dos 800-900 metros de altitude. Nestas condições, as  espécies autóctones dominantes são o carvalho-negral, o sobreiro e a azinheira.

Há já alguns anos, iniciámos a construção de uma "floresta urbana" na escola de modo a voltarmos a ter, no meio da nossa cidade, um núcleo de floresta autóctone.

Durante esta semana, alunos do sétimo ano deram mais uma contribuição para a melhoria do ambiente citadino plantando alguns sobreiritos do nosso viveiro, que serão cuidados e regados ao longo dos próximos meses.

Plantação na escola de sobreiritos do nosso viveiro - a nossa futura "floresta urbana"